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implante de silicone

Tire suas dúvidas sobre implante de silicone

Tire suas dúvidas sobre implante de silicone

Colocar um implante de silicone é o desejo de milhares de mulheres, mas antes de marcar o procedimento cirúrgico é necessário pesquisar sobre o assunto e tirar as suas dúvidas sobre esta operação.

Há uma série de itens que devem ser avaliados antes de você marcar a cirurgia plástica, a começar pelos motivos que te levam a procurar esta intervenção cirúrgica.
Há mulheres que querem seios maiores, outras buscam uma proporção do corpo, ou reverter a flacidez. Motivos são vários e você precisa defini-lo para conseguir encontrar o melhor tipo de prótese de mama para o seu caso.

Mas não é só isso, encontrar um médico credenciado na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica também é importante para garantir a segurança e o sucesso da operação.
Para te ajudar a entender melhor sobre os pontos que permeiam a decisão de colocar implante de silicone separamos as principais dúvidas sobre o tema e trazemos as respostas para a te ajudar a decidir de uma vez por todas a fazer a cirurgia.

Quem pode se submeter a cirurgia implante de silicone?

Uma das principais dúvidas é sobre o perfil de quem pode colocar uma prótese de silicone. Em relação a idade, menores de 18 anos podem sim colocar implantes, mas o médico precisa avaliar se houve ou não crescimento total das mamas.

No geral, uma avaliação médica poderá definir o seu quadro de saúde e concluir se há condições ou não de fazer a cirurgia.

Como é colocado o implante de silicone nas mamas?

Entender corretamente como é a cirurgia é extremamente importante para que você decida por se submeter ou não à colocação de próteses de silicone. Durante a consulta, veja com o médico o melhor tipo de procedimento: por cima do músculo ou por trás do músculo. A forma mais comum é por cima do músculo, pois confere uma projeção maior.

Como é o pós-operatório de quem coloca silicone?

Quem optar por este procedimento precisa entender que será necessário um período de repouso, cerca de 15 dias, evitando movimentar muito os braços. As dores serão controladas por analgésicos.

A cirurgia pode gerar complicações?

As complicações nestas cirurgias são incomuns. Contratura capsular pode ocorrer a longo prazo, em menos de 3% dos casos. Todo organismo tem um mecanismo de defesa e em alguns casos cria-se uma membrana fibrosa ao redor da prótese que pode vir a ficar endurecida porque o tecido tende a se contrair, causando dor e tirando o aspecto natural dos seios.

Ficarei com cicatriz?

Colocar implante de silicone pode gerar cicatrizes, em geral, discretas e escondidas. Quem tem tendência a queloide pode conversar com o médico e verificar o melhor local para posicionar a cicatriz: na base do seio, na aréola ou na axila. O tratamento da cicatriz será direcionado para cada organismo.

Como escolher um bom cirurgião plástico?

Para garantir o melhor resultado da operação, é importante escolher um cirurgião plástico que seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Marque uma consulta e converse com ele sobre o que te leva a procurar pelo implante de silicone.
por Dr. André Ahmed

Ptose Mamária | Dr. André Ahmed

Ptose Mamária – O que é isso?

Olá, meninas! Tudo bem? O tema de hoje é muito interessante, como tantos outros na cirurgia plástica, por afetar demasiadamente o psicológico das pacientes portadoras desse quadro.

Mas o que é ptose mamária?

Na medicina, o termo “ptose” se refere a tudo que está abaixo da sua posição original, pela falta de sustentação e ação da gravidade. Portanto, grosso modo, numa linguagem popular, a ptose mamária significa queda das mamas? Em termos coloquiais, sim! Muitos conhecem também como “mamas caídas”, “seios caídos”, “seios flácidos” e etc…

Mas qual a importância de conhecermos mais sobre esse tema?

Esse é um quadro muito prevalente na sociedade. Grande parte das mulheres que sofrem de ptose mamária tem sua autoestima profundamente afetada.

Não foram poucas as pacientes que me procuraram dizendo que tinham sérias dificuldades para se relacionar afetivamente, pois carregavam dentro de si um grave bloqueio para se despir na frente de um homem. É muito comum também o seguinte relato: “Doutor, eu não tiro a roupa na frente do meu marido há anos”.

Muitas delas conseguem se relacionar com seus maridos, entretanto não tiram o sutiã nem nos momentos mais íntimos. Ou o faz com as luzes apagadas, pelo pavor de serem reparadas negativamente. Também não trocam de roupa na frente dos maridos nem na frente de amigas. Obviamente, isso pode acontecer por diversos fatores que afetam a autoestima da paciente, porém o nível de importância dado a essa região do corpo é enorme.

As mamas são um importante símbolo da feminilidade, e seu aspecto denota aquilo que instintivamente está associado à procriação da espécie, pois são elas que fornecem o alimento para o recém-nascido.

Como saber se você tem ptose mamária?

A preocupação por parte de algumas mulheres em saber se de fato carregam essa condição levou a formas inusitadas e até engraçadas de se tentar chegar a uma conclusão diagnóstica. Um exemplo é a tão comentada brincadeira de tentar posicionar um lápis abaixo da mama, verificando se ele fica preso.

Uma avaliação médica é essencial para se estabelecer o diagnóstico, porém você pode ter uma ideia da sua condição, por meio da observação de alguns aspectos, como a posição da aréola. Uma aréola na mesma altura ou abaixo da altura do sulco inframamário (dobra que fica logo abaixo da mama) é característica marcante da ptose mamária. Um deslocamento do volume das mamas inferiormente, ou seja, um abaulamento da região que está abaixo da aréola, associado a um esvaziamento do colo (pólo superior das mamas sem projeção) também é muito comum.

Uma flacidez acentuada da pele, que se apresenta com uma qualidade deteriorada, em geral com presença de estrias, também está presente na maioria dos casos.

As mamas nessa situação também se mostram com conteúdo vazio, sem sustentação e baixa densidade.

Uma aréola aumentada também pode estar presente, bem como aréolas apontadas para baixo.

Por que acontecem todas essas alterações nas mamas?

A gravidez e amamentação são importantes causas, por todas as alterações hormonais sentidas pelo corpo feminino nesses processos. Outras condições que provocam a ptose mamária são o envelhecimento, grandes perdas de peso e história familiar (condição genética).

Há também muitos casos de mulheres jovens, sem filhos e sem nenhuma condição predisponente dessas citadas acima que apresentam ptose mamária severa, por uma simples tendência do organismo, por condição genética.

A falta de hábito de usar sutiã pode avançar o processo para evolução da ptose mamária.

Outros hábitos de vida também se relacionam com o problema, como alimentação desregrada, alcoolismo, sedentarismo, tabagismo, etc… Esses fatores levam a alterações degenerativas nos tecidos de sustentação, provocando o avanço precoce do quadro.

Outra observação interessante é que mamas muito grandes tendem a exibir também algum grau de ptose, pelo próprio peso ao qual a mama é submetida.

Dúvida comum:

“Doutor, se eu malhar bastante, fazendo bastante musculação, consigo evitar que meus seios desenvolvam esse quadro?”

A resposta: infelizmente não… A musculação leva à hipertrofia do músculo peitoral, que está por trás das mamas. Apenas isso. Não melhora a posição, projeção e formato das mamas.

Aqui vale dizer que usuárias de anabolizantes, à base de hormônios masculinos, podem até piorar essa situação, pois essas substâncias levam à atrofia do tecido mamário composto por glândula, que dá lugar a tecido de gordura. A chamada liposubstituição.

Vale lembrar, obviamente, que exercícios físicos aeróbicos e anaeróbicos, realizados de forma equilibrada, são sempre recomendados para a manutenção de uma boa saúde global do organismo.

Quando procurar ajuda?

Se você tem essas características citadas acima e se sente mal com isso ao se olhar no espelho, é hora de procurar ajuda. Depressão, ansiedade, angústia, baixa autoestima, insegurança, falta de autoconfiança e dificuldade para vestir uma roupa que caia bem nessa região são algumas das consequências relatadas. Sinta-se bem com você mesma. Não espere o momento de tomar essa atitude para agradar ninguém. Pergunte-se se não é hora de você se sentir bem com você mesma. A partir disso, tudo é consequência. Portanto, não há por que se sentir envergonhada para admitir que sofre desse problema. Busque ajuda de um bom cirurgião plástico, com familiaridade na cirurgia de mastopexia. Lembre-se: assim como você, muitas mulheres que se encontravam em situação semelhante deram o primeiro passo rumo ao resgate de seu amor próprio, e hoje encontraram a tão sonhada felicidade. Afinal, você já sabe… Autoestima é tudo!

O principal objetivo do Dr. André Ahmed, Cirurgião Plástico no Rio de Janeiro, é satisfazer seus pacientes, trazendo mais bem-estar por meio de correções corporais seguras e com ótimo resultado. Agende sua consulta!

Umbigo | Cirurgia Plástica | Abdominoplastia

O Umbigo na Abdominoplastia

Olá, pessoal!

Hoje vou falar sobre um assunto que parece um tabu para quem já procurou se informar sobre abdominoplastia. Vejo muitas pessoas dizerem que têm receio do aspecto final do umbigo na abdominoplastia. O fato de haver uma pequena cicatriz em torno do umbigo pode assustar num primeiro momento, porém, se analisarmos com cuidado toda essa questão, lembremos que o umbigo por si só já é uma cicatriz por natureza, a cicatriz umbilical.

O que até o nascimento do ser humano servia para o suprimento de nutrientes e para trocas gasosas, incluindo a passagem de oxigênio e gás carbônico, o cordão umbilical após seu desprendimento do corpo, deixa como uma marca remanescente, a cicatriz umbilical, ou simplesmente chamada de umbigo. Posicionado numa região mais inferior do abdômen, o umbigo representa uma importante unidade estética para a composição do abdômen.

Pasmem: certa vez um paciente me perguntou se eu poderia fazer a abdominoplastia e deixa-lo sem umbigo! Obviamente, recusei o pedido… rs

Muitas pessoas que apresentam pele em excesso e buscam a abdominoplastia, exibem claramente essa característica em torno do umbigo, ou seja, uma sobra de pele recaindo sobre o próprio umbigo, que fica escondido em meio a dobras da região adjacente. Para tais pacientes, ou seja, a maioria candidata a essa cirurgia, o umbigo resultante da abdominoplastia apresenta aspecto muito melhor do que o original.

Um umbigo bem confeccionado nessa cirurgia é etapa fundamental para se obter um resultado harmonioso. Portanto a técnica operatória e um capricho na forma de se realizar a sutura são imprescindíveis.

Muitos fatores podem influenciar na obtenção de um bom resultado para a confecção do umbigo, também chamada neo-onfaloplastia. Seguir as recomendações pós-operatórias é fundamental. O tabagismo influencia negativamente qualquer processo de cicatrização. Outro fator fundamental é a qualidade de cicatrização inerente ao organismo.

Uma dúvida comum entre o público leigo em relação à abdominoplastia convencional: “O umbigo será retirado de um lugar e colocado em outro?”

A resposta é: NÃO.

O umbigo permanece aderido à parede muscular, ou ao tecido que liga músculos do abdômen.
Em outras palavras, ele fica inserido na mesma região durante toda a cirurgia. O que acontece na realidade é que a pele que antes estava localizada acima do umbigo irá descer, devido à retirada de pele abaixo e à tração da pele mais acima. Portanto, resumidamente, o umbigo é desconectado da pele ao redor, permanecendo aderido ao músculo por baixo, e por meio de um novo orifício realizado na pele que estava mais acima, será reconectado à mesma.

Ironicamente, já vi casos de cicatrizes horríveis devido ao uso de piercing colocado de forma mal feita no umbigo. Entretanto, os resultados conseguidos para o umbigo na abdominoplastia, numa cirurgia bem conduzida, são animadores!

Sempre que possível, dou aos pacientes que pretendem se submeter a essa cirurgia, a oportunidade de entrarem em contato com outros que já passaram por ela, para que se possa ter acesso ao grau de satisfação e aos benefícios sentidos por quem hoje se vê realizado com seu abdômen!

Espero poder ter desmistificado um pouco essa questão. Será um prazer poder sanar outras eventuais dúvidas.
Fiquem com Deus e até a próxima!

por Dr. André Ahmed

Vergonha do Corpo | Cirurgia Plástica

Ter vergonha do corpo pode deixar as mulheres doentes

Um estudo sugere que as mulheres que têm mais vergonha do corpo são menos saudáveis.

A autoestima tem sido um fator sensível nos tempos modernos. Seja pelas imagens massificadas de que a magreza é sinônimo de beleza ou pelas comparações e bullying que se fazem atrás de um computador. A verdade é que há muitas mulheres e muitos homens que têm vergonha do corpo.

Um grupo de investigadores da Universidade de Bucknell, nos Estados Unidos, levou a cabo dois pequenos estudos para tentar determinar se haveria alguma relação entre ter vergonha do corpo e a saúde.

No primeiro estudo inquiriram 177 mulheres estudantes que teriam de concordar ou discordar com frases como: “Quando não sou do tamanho que acho que deveria ser, sinto-me envergonhada” ou “Muitas vezes sinto-me vulnerável às doenças”.

Para confirmar que as conclusões de que as mulheres com mais ‘problemas’ com a imagem corporal têm mais problemas de saúde e não eram influenciadas pelo Índice de Massa Corporal, pela depressão e pelo tabagismo, os investigadores realizaram outra versão do estudo onde fizeram o mesmo questionário a 181 mulheres estudantes entre setembro e dezembro.

Os investigadores sugerem que a vergonha do corpo que as mulheres reportaram em setembro poderá ter contribuído para as infecções pelas quais passaram em dezembro.

De acordo com o Huffington Post, este estudo destaca o seguinte padrão de correlação: Ter vergonha do corpo prevê pouca saúde física porque estes sentimentos fazem com que as mulheres se tornem menos sensíveis aos seus corpos e não avaliem corretamente como estão ou não saudáveis, o que pode gerar problemas de saúde caso os sintomas não sejam detectados a tempo.

Fonte: Mundo ao minuto.

Mamoplastia

Mamas Proporcionais – Mamoplastia de Aumento

A mamoplastia de aumento é uma cirurgia plástica muito popular há décadas. Afinal, incontáveis mulheres desejam aumentar seus bustos com próteses de silicone. Até há poucos anos atrás, o senso comum dizia que quanto maior os seios, melhor, com celebridades exibindo curvas impressionantes e decotes ousados.

A mamoplastia de aumento continua popular, talvez até mais do que antes, porém as mulheres vêm buscando por resultados mais naturais.

Muitas mulheres que anos atrás fizeram mamoplastias de aumento, utilizando próteses muito grandes e desproporcionais, estão trocando por próteses menores.

Os problemas com a gravidade podem influenciar esta situação, mas a evolução cultural também tem papel importante: passamos a aceitar como bonitos outros padrões de tamanho e formato, nos afastando do estereótipo de beleza baseado no exagero.

O tamanho dos seios não precisa ser extremamente grande para ser bonito. Os extremos não são atraentes e ser saudável é o ideal: ter um corpo proporcional é que é bonito!

Se você tem interesse em substituir sua prótese por outra menor, saiba que:

  • Trocar sua prótese por uma menor pode exigir suturas para reduzir cirurgicamente o tamanho da bolsa e da pele para que o implante se encaixe corretamente.
  • Uma mastopexia e um lifting de mama podem ser realizados durante o procedimento para ajustar a pele ao novo tamanho da mama.

Lembre-se: estas são dicas. Para ter total segurança do que fazer, converse com seu cirurgião plástico e tire suas dúvidas com ele. Nada pode substituir uma consulta com um profissional certificado na SBCP!

Com informações do Smart Beauty Guide.

Cirurgia Plástica Sonho do Brasileiro | Doutor André Ahmed

Sonhos de consumo do brasileiro inclui plástica

Sonhos de consumo do brasileiro inclui plástica

Isso é o que indica pesquisa divulgada pelo Serviço de Proteção ao Crédito. Em geral, cada desejo apontado custa, em média, R$ 5,4 mil.

Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e do portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz indica quais são os principais sonhos de consumo dos brasileiros.

De acordo com o estudo, divulgado nesta quinta-feira (15), viajar para o exterior é o principal desejo (15%), seguido por viajar pelo Brasil (12%), comprar um carro (9%), fazer viagens de final de semana (8%) e ser submetido a uma cirurgia plástica (7%). A pesquisa foi realizada com 620 pessoas maiores de 18 anos, de todas as capitais.

Esses entrevistados afirmaram que, em média, apenas três em cada dez sonhos de consumo já foram realizados. Os mais citados foram viajar (31%), frequentar restaurantes, bares e boates (22%), seguido da compra de itens relacionados à beleza (8%) e da compra de eletrônicos (7%).

Sonhos – Percentual de respostas.

Fonte: SPC

Entre os sonhos de consumo ainda não realizados, 89% se devem ao fato de “irem além da capacidade financeira dos entrevistados”. Em geral, cada desejo apontado pelos pesquisados custa, em média, R$ 5,4 mil. Este valor aumenta para R$ 6,4 mil entre os pertencentes às classes A e B e cai para R$ 4,8 mil entre os consumidores das classes C, D e E.

Três em cada dez entrevistados não sabem quando irão realizar seus sonhos de consumo. Do total de entrevistados, 21% dizem que a concretização deve levar de um a três anos e 11% responderam que seus desejos nunca vão se tornar realidade.

Sonhos diferentes para cada classe.

Enquanto as viagens são os sonhos de consumo mais desejados por 47% das pessoas das classes A e B, o percentual cai para 30% entre os pertencentes às classes C, D e E. O sonho de frequentar bons restaurantes está mais presente entre os consumidores das classes C, D e E. Já entre os de classes A e B, o percentual cai para 11%.

“Para os economistas do SPC, os dados parecem indicar que itens de menor valor estão entre os anseios dos consumidores com menor poder aquisitivo”, diz o estudo, por meio de nota.

Fonte: G1

turismo médico

ISAPS emite alerta para pacientes sobre praticantes não licenciados e turismo médico

ISAPS emite alerta para pacientes sobre praticantes não licenciados e turismo médico

Organização dedicada a promover a segurança dos pacientes e mudanças na legislação global.

A Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS)) emitiu um alerta para todos os indivíduos que buscam procedimentos cirúrgicos estéticos mais baratos, particularmente fora do seu país de origem, e especialmente nas mãos de praticantes não licenciados que operam sem certificação de órgãos reguladores de cirurgia plástica, como a própria ISAPS. Em vista de duas mortes recentes de cidadãs do Reino Unido que viajaram para outros países para realizar procedimentos estéticos com cirurgiões não certificados, a ISAPS também está pedindo mudanças globais na legislação para evitar mortes trágicas e desnecessárias como estas e garantir uma maior segurança dos pacientes.

“Cirurgia estética no exterior pode ser muito perigosa porque os padrões variam de um país para o outro. É essencial que os pacientes procurem por cirurgiões plásticos certificados pelos conselhos de medicina locais, independentemente de onde forem realizar o procedimento”, apontou o Dr. Susumu Takayanagi, Presidente da ISAPS. “A segurança dos pacientes é a nossa maior prioridade. A adesão a ISAPS é exclusiva para cirurgiões plásticos certificados pelo conselho de medicina, que devem, ainda, ser membros de sua respectiva sociedade de cirurgia plástica nacional.”

San Diego Faceial Plastic Surgeon Amir Karam

Há mais de cinco anos, a ISAPS estabeleceu um símbolo da segurança do paciente, um diamante formado por quatro fatores que são críticos para a prática segura da cirurgia estética:

• Procedimento: Escolha um procedimento que é ideal para você. Pesquise extensamente e tenha expectativas realistas. Se você vai realizar diversos procedimentos, tenha certeza de que a cirurgia pode ser finalizada em uma quantidade segura de tempo. Um procedimento estético típico pode ser finalizado em 1 a 3 horas. Uma combinação de procedimentos não deve demorar mais do que 5 a 6 horas.

• Paciente: É essencial que o cirurgião plástico realize uma avaliação médica para determinar se você tem riscos de complicações ou se é um mau candidato a cirurgia estética. Revele qualquer problema de saúde e/ou procedimentos anteriores que você realizou.

• Cirurgião: Escolha um cirurgião que seja licenciado pelo conselho de medicina local, com experiência no procedimento pelo qual você vai passar e que possua um excelente histórico médico de segurança. Verifique as credenciais de treinamento com o conselho de medicina do país dele.

• Ambiente Cirúrgico: Os padrões variam de acordo com o país. Se a cirurgia será realizada em um hospital, tenha certeza de que o hospital é creditado ou credenciado pelos órgãos locais. Peça por informações de certificado e o nome do corpo de certificação. Se um centro cirúrgico ambulatorial será utilizado, procure saber se ele é credenciado pela Associação Americana para Credenciamento de Cirurgia Ambulatorial Internacional (American Association for Accreditation for Ambulatory Surgery Facilities International (AAAASFI)), por uma organização internacional que oferece credenciamento de instalações cirúrgicas ou um corpo similar de credenciamento e acreditação.

“Pacientes são presas de praticantes não licenciados por causa da concepção errônea de que qualquer indivíduo com um diploma de medicina pode realizar qualquer procedimento cirúrgico com segurança. Há uma necessidade de os países estabelecerem regulamentações rígidas controlando quem pode realizar procedimentos de cirurgia plástica e os ambientes de cirurgia em que são realizados de modo que se reduzam complicações cirúrgicas e mortes”, explicou o Dr. Michael C. Edwards, membro do Comitê de Segurança do Paciente da ISAPS (ISAPS Patient Safety Committee) e presidente da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética (American Society for Aesthetic Plastic Surgery).

O Dr. Nigel Mercer, presidente da Associação Europeia de Sociedades de Cirurgia Plástica Estética (European Association of Societies of Aesthetic Plastic Surgery (EASAPS)), vice-presidente da Associação Britânica de Plástica Reconstrutiva e Cirurgiões Plásticos Estéticos (British Association of Plastic Reconstructive and Aesthetic Plastic Surgeons) e ex-presidente da Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos (British Association of Aesthetic Plastic Surgeons) afirmou: “Qualquer paciente que está planejando viajar longas distâncias para realizar uma cirurgia estética deve ser alertado de que está correndo riscos maiores do que correria ao procurar um cirurgião certificado mais próximo de casa. Se ele insistir em viajar para outro país, é imperativo que escolha um cirurgião licenciado que irá lhe providenciar o procedimento, cuidados pós-operatórios e conselhos; não apenas uma operação. O único jeito de encontrar cirurgiões certificados internacionalmente pelo conselho de medicina é pelo website da ISAPS. Recomenda-se também que os pacientes perguntem ao cirurgião que seguro ele possui caso ocorram complicações após o procedimento.”

Fonte: PRWeb

Crédito da Foto: Best In Plastics via Compfight cc

cirurgia plástica segura

Quatro passos importantes para cirurgia plástica segura

Todos os dias ouvimos histórias sobre procedimentos estéticos que transformam a vida de pessoas: mulheres que se submeteram a procedimentos de redução de peso para finalmente ficarem saudáveis pela primeira vez em anos; mães que reconquistaram sua confiança após passarem as últimas duas décadas focadas em seus filhos; e sobreviventes de câncer de mama que recuperaram suas curvas através do procedimento de reconstrução dos seios após passarem por uma mastectomia. Do lado médico, também há o maravilhoso trabalho filantrópico que nossos médicos realizam, viajando ao redor do mundo e oferecendo cuidados de saúde para aqueles que precisam.

Estas histórias são emocionantes e incrivelmente inspiradoras, mas há um lado diferente da cirurgia plástica que lança uma sombra sobre estas jornadas positivas.

Nós podemos ver nas manchetes frequentemente: histórias de mulheres que sofreram danos permanentes (ou ás vezes até morte) depois de se submeterem a procedimentos estéticos inseguros num esforço para economizar dinheiro. Após as recentes mortes trágicas de duas mulheres britânicas que viajaram para outros países para encontrar cirurgiões não licenciados, a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS)) emitiu um alerta sobre turismo médico.

“Cirurgia estética no exterior pode ser muito perigosa porque os padrões variam de um país para o outro. É essencial que os pacientes procurem por cirurgiões plásticos certificados pelos conselhos de medicina locais, independentemente de onde forem realizar o procedimento”, apontou o Dr. Susumu Takayanagi, Presidente da ISAPS. “A segurança dos pacientes é a nossa maior prioridade. A participação na ISAPS é exclusiva para cirurgiões plásticos certificados pelo conselho de medicina, que devem, ainda, ser membros de sua respectiva sociedade de cirurgia plástica nacional.”

“Pacientes são presas de médicos não licenciados porque se acredita erroneamente que qualquer indivíduo com um diploma de medicina pode realizar qualquer procedimento cirúrgico com segurança”, adiciona o Dr. Michael C. Edwards, presidente da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética (American Society for Aesthetic Plastic Surgery). “Há uma necessidade de os países estabelecerem regulamentações rígidas controlando quem pode realizar procedimentos de cirurgia plástica e em que ambientes cirúrgicos eles podem ser realizados.”

A ISAPS está pedindo por mudanças globais na legislação para evitar estas mortes desnecessárias. Para quem está considerando um procedimento estético, tanto no país de origem quanto no exterior, eles compartilharam quatro passos importantes que você deve realizar para garantir a cirurgia plástica mais segura com o melhor resultado possível:

Confira os quatro passos importantes para cirurgia plástica segura

  • Pesquise sobre o tipo e a duração do procedimento: Escolha um procedimento que é ideal para você. Pesquise extensamente e tenha expectativas realistas. Se você vai realizar diversos procedimentos, tenha certeza de que a cirurgia pode ser finalizada em uma quantidade segura de tempo. Um procedimento estético típico pode ser finalizado em 1 a 3 horas. Uma combinação de procedimentos não deve demorar mais do que 5 a 6 horas.
  • Compartilhe seu histórico médico com o seu cirurgião: É essencial que o cirurgião plástico tenha um histórico e uma avaliação médica para determinar se você tem riscos de complicações ou se é um mau candidato a cirurgia estética. É essencial revelar quaisquer problemas de saúde e/ou procedimentos anteriores que você realizou. Omitir detalhes pode trazer sérias consequências.
  • Cirurgião: Escolha um cirurgião que seja licenciado pelo conselho de medicina local (no Brasil a SBCP), com experiência no procedimento pelo qual você vai passar e que possua excelente histórico médico de segurança. Verifique as credenciais de treinamento com o conselho de medicina do país dele.
  • Ambiente Cirúrgico: Os padrões variam de acordo com o país. Se a cirurgia será realizada em um hospital, tenha certeza de que o hospital é creditado ou credenciado pelos órgãos locais. Peça por informações de certificado e o nome do corpo de certificação. Se um centro cirúrgico ambulatorial será utilizado, procure saber se ele é credenciado pela Associação Americana para Credenciamento de Cirurgia Ambulatorial Internacional (American Association for Accreditation for Ambulatory Surgery Facilities International (AAAASFI)), por uma organização internacional que oferece credenciamento de instalações cirúrgicas ou um corpo similar de credenciamento e acreditação.

Fonte: RealSelf  |  Crédito da Foto: thinkpanama via Compfight cc

hidrogel

Andressa Urach injetou 200 vezes mais hidrogel do que o usual

Necrose, embolia pulmonar, infecções e até morte estão entre os riscos do uso do hidrogel, substância que tem em sua composição gel e microesferas de poliamida — semelhante ao plástico. O produto foi o que causou processo de infecção na modelo e apresentadora Andressa Urach, de 27 anos, internada em estado grave na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Conceição, em Porto Alegre.

Andressa, que na noite desta terça-feira (2), ainda respirava com ajuda de aparelhos, aplicou hidrogel nos membros inferiores há cinco anos em uma clínica especializada, em São Paulo.

O material é usado para o preenchimento de coxas e glúteos, em geral, de mulheres que buscam o corpo perfeito. Mas a prática não é recomendada por cirurgiões plásticos, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, João de Moraes Prado Neto.

— É autorizado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas não para ser usado nessa magnitude. Ele tem função de fazer pequenos preenchimentos, como cicatrizes e preenchimentos na face, que se resolvam com 1 ou 2 ml da substância.

Complicação

Cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Marco Cassol diz que o quadro de Andressa pode ter sido agravado pelo uso de duas substâncias.

— O problema é que ela aplicou volume muito grande de hidrogel na coxa. Foram 400 ml. Além disso, tinha feito o uso do metacril antes.

O metacril, segundo Prado Neto, é o polimetilmetacrilato, outro produto usado em preenchimentos, composto por substância semelhante ao acrílico.

No caso do hidrogel, após ser aplicado com cânula, ele fica agregado ao músculo e faz com que ele inche, segundo Cassol.

— Ele é considerado um preenchimento de longa permanência, mas nunca vai ser completamente absorvido pelo organismo.

Quando injetado com seringa, os riscos aumentam.

— Com agulha, pode perfurar algum vaso, colocar a substância na corrente sanguínea e causar uma embolia pulmonar.

O cirurgião plástico Marcelo Olivan, do Hospital das Clínicas de São Paulo, diz que o tratamento é complexo quando há infecção.

— Não tem como retirar (o hidrogel) totalmente e com segurança. Ele se ramifica no tecido. Se um dos ramos estiver machucando o músculo, no processo de retirada, pode infeccionar. Para tirar o quadro infeccioso, é preciso retirar parte do músculo.

Segundo o último boletim médico da modelo, “a paciente encontra-se sedada e respirando com auxílio de aparelhos”. Na tarde de segunda-feira (1º), Andressa foi submetida a uma cirurgia, com o objetivo de combater a infecção das pernas. O procedimento ocorreu normalmente, “não havendo nenhuma intercorrência”.

Andressa chegou ao hospital no sábado (29) às 22h30 reclamando de fortes dores na coxa esquerda. No dia 21, ela havia passado por cirurgia para a retirada de hidrogel da perna e deixou o hospital bem. No domingo e anteontem, ela repetiu o procedimento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Portal R7  |  Crédito da Foto: EGO

assimetria dos seios

Estudo mostra o impacto da assimetria dos seios na saúde mental de adolescentes

Estudo mostra o impacto da assimetria dos seios na saúde mental de adolescentes

Assimetria mamária afeta a auto-estima e a saúde emocional, reporta a revista Cirurgia Plástica e Reconstrutiva

Diferenças no tamanho dos seios impactam significativamente a saúde mental de garotas adolescentes, afetando a auto-estima, o bem-estar emocional e a capacidade de interação social, informa a edição de dezembro da Cirurgia Plástica e Reconstrutiva, revista médica oficial da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (American Society of Plastic Surgeons (ASPS)).

Mais do que uma “questão estética”, a assimetria das mamas pode ter efeitos psicológicos e emocionais negativos , de acordo com o estudo do Dr. Brian I. Labow, cirurgião membro da ASPS, e outros profissionais do Hospital Infantil de Boston. Eles sugerem que a intervenção precoce pode ter benefícios para a saúde mental até mesmo de mulheres jovens com diferenças relativamente moderadas no tamanho dos seios.

Impacto da assimetria mamária na saúde mental de garotas adolescentes.

Os pesquisadores avaliaram a capacidade psico-social e a qualidade de vida associada à saúde de 59 adolescentes e jovens mulheres (12 a 21 anos) com assimetria mamária. Em todas as pacientes, os seios diferiam em pelo menos um tamanho de sutiã. Avaliações similares foram realizadas em um grupo de garotas que não sofriam de assimetria mamária e em outro de garotas que sofriam de hipertrofia mamária (crescimento excessivo dos seios).

A idade média era de 17 anos em todos os grupos. Cerca de 40% das garotas com assimetria mamária possuíam mamas tuberosas, uma malformação congênita em que os seios não se desenvolvem normalmente.

Diversos aspectos da saúde mental e bem-estar eram inferiores para garotas com assimetria mamária, comparados aos das garotas com seios “normais”.

Após adaptações para diferenças no peso corporal, a assimetria mamária foi associada com pontuações significativamente menores para bem-estar emocional e auto-estima.

As diferenças foram similares para garotas com hipertrofia mamária, outra condição comum que possui impacto conhecido na saúde mental. A assimetria mamária também foi associada com questões de “fronteira” nas interações sociais, comportamentos alimentares e atitudes.

Não apenas uma “questão estética”: Intervenção pode ter benefícios na saúde menta.

Diferenças no tamanho dos seios são comuns, especialmente no início da adolescência. Os seios normalmente se igualam com o tempo, mas em algumas garotas a diferença persiste mesmo após a puberdade. O novo estudo é o primeiro a focar no impacto da assimetria mamária na saúde mental.

“Estes resultados sugerem que pacientes sofrendo de assimetria mamária possuem bem-estar emocional mais pobre e auto-estima menor do que os das outras mulheres,” escreveram o Dr. Labow e co-autores. Eles observaram que o impacto na saúde mental é similar tanto para garotas com assimetria mamária moderada quanto para garotas com assimetria mamária mais severa.

Os efeitos psico-sociais são semelhantes aos que garotas com seios excessivamente grandes sofrem, assim como garotos que sofrem de crescimento das mamas (ginecomastia) e mulheres com diferenças nos seios devido à cirurgia de câncer de mama. Os pesquisadores notam que apesar de provisões do governo assegurarem cobertura dos planos de saúde para a cirurgia que corrige assimetria mamária em sobreviventes do câncer de mama devido a efeitos psicológicos conhecidos, o mesmo não acontece para jovens mulheres com assimetria mamária congênita. Como resultado, o tratamento em adolescentes normalmente não é reembolsado pelos planos, com a justificativa de que não há “deficiência funcional”.

“A observação do efeito prejudicial da assimetria mamária no bem-estar emocional de adolescentes com esta condição pode indicar a necessidade de intervenção precoce para minimizar resultados negativos,” escreveram o Dr. Labow e co-autores. Eles notam que isto não significa necessariamente intervenção cirúrgica, especialmente para as garotas mais jovens, para as quais aconselhamento e apoio seriam mais apropriados.

No entanto, para as garotas que terminaram de se desenvolver e ainda possuem uma assimetria mamária, a correção cirúrgica pode trazer benefícios emocionais importantes.

“Apesar de existirem barreiras substanciais para o tratamento, a avaliação e intervenção precoces podem ser benéficas para estas pacientes e deveriam incluir controle do peso e aconselhamento psicológico,” concluem Dr. Labow e seus colegas.

“Este importante estudo foi capaz de concluir que a assimetria mamária, que infelizmente é classificada com frequência como um problema estético, é, na verdade, uma condição com efeitos psicológicos e emocionais duradouros, assim como a hipertrofia mamária,” comenta o editor-chefe da revista, Dr. Rod J. Rohrich.

Fonte: ASPS
Crédito da Foto: Collin Key via Compfight cc
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