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Vergonha do Corpo | Cirurgia Plástica

Ter vergonha do corpo pode deixar as mulheres doentes

Um estudo sugere que as mulheres que têm mais vergonha do corpo são menos saudáveis.

A autoestima tem sido um fator sensível nos tempos modernos. Seja pelas imagens massificadas de que a magreza é sinônimo de beleza ou pelas comparações e bullying que se fazem atrás de um computador. A verdade é que há muitas mulheres e muitos homens que têm vergonha do corpo.

Um grupo de investigadores da Universidade de Bucknell, nos Estados Unidos, levou a cabo dois pequenos estudos para tentar determinar se haveria alguma relação entre ter vergonha do corpo e a saúde.

No primeiro estudo inquiriram 177 mulheres estudantes que teriam de concordar ou discordar com frases como: “Quando não sou do tamanho que acho que deveria ser, sinto-me envergonhada” ou “Muitas vezes sinto-me vulnerável às doenças”.

Para confirmar que as conclusões de que as mulheres com mais ‘problemas’ com a imagem corporal têm mais problemas de saúde e não eram influenciadas pelo Índice de Massa Corporal, pela depressão e pelo tabagismo, os investigadores realizaram outra versão do estudo onde fizeram o mesmo questionário a 181 mulheres estudantes entre setembro e dezembro.

Os investigadores sugerem que a vergonha do corpo que as mulheres reportaram em setembro poderá ter contribuído para as infecções pelas quais passaram em dezembro.

De acordo com o Huffington Post, este estudo destaca o seguinte padrão de correlação: Ter vergonha do corpo prevê pouca saúde física porque estes sentimentos fazem com que as mulheres se tornem menos sensíveis aos seus corpos e não avaliem corretamente como estão ou não saudáveis, o que pode gerar problemas de saúde caso os sintomas não sejam detectados a tempo.

Fonte: Mundo ao minuto.

cirurgia plástica segura

Quatro passos importantes para cirurgia plástica segura

Todos os dias ouvimos histórias sobre procedimentos estéticos que transformam a vida de pessoas: mulheres que se submeteram a procedimentos de redução de peso para finalmente ficarem saudáveis pela primeira vez em anos; mães que reconquistaram sua confiança após passarem as últimas duas décadas focadas em seus filhos; e sobreviventes de câncer de mama que recuperaram suas curvas através do procedimento de reconstrução dos seios após passarem por uma mastectomia. Do lado médico, também há o maravilhoso trabalho filantrópico que nossos médicos realizam, viajando ao redor do mundo e oferecendo cuidados de saúde para aqueles que precisam.

Estas histórias são emocionantes e incrivelmente inspiradoras, mas há um lado diferente da cirurgia plástica que lança uma sombra sobre estas jornadas positivas.

Nós podemos ver nas manchetes frequentemente: histórias de mulheres que sofreram danos permanentes (ou ás vezes até morte) depois de se submeterem a procedimentos estéticos inseguros num esforço para economizar dinheiro. Após as recentes mortes trágicas de duas mulheres britânicas que viajaram para outros países para encontrar cirurgiões não licenciados, a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS)) emitiu um alerta sobre turismo médico.

“Cirurgia estética no exterior pode ser muito perigosa porque os padrões variam de um país para o outro. É essencial que os pacientes procurem por cirurgiões plásticos certificados pelos conselhos de medicina locais, independentemente de onde forem realizar o procedimento”, apontou o Dr. Susumu Takayanagi, Presidente da ISAPS. “A segurança dos pacientes é a nossa maior prioridade. A participação na ISAPS é exclusiva para cirurgiões plásticos certificados pelo conselho de medicina, que devem, ainda, ser membros de sua respectiva sociedade de cirurgia plástica nacional.”

“Pacientes são presas de médicos não licenciados porque se acredita erroneamente que qualquer indivíduo com um diploma de medicina pode realizar qualquer procedimento cirúrgico com segurança”, adiciona o Dr. Michael C. Edwards, presidente da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética (American Society for Aesthetic Plastic Surgery). “Há uma necessidade de os países estabelecerem regulamentações rígidas controlando quem pode realizar procedimentos de cirurgia plástica e em que ambientes cirúrgicos eles podem ser realizados.”

A ISAPS está pedindo por mudanças globais na legislação para evitar estas mortes desnecessárias. Para quem está considerando um procedimento estético, tanto no país de origem quanto no exterior, eles compartilharam quatro passos importantes que você deve realizar para garantir a cirurgia plástica mais segura com o melhor resultado possível:

Confira os quatro passos importantes para cirurgia plástica segura

  • Pesquise sobre o tipo e a duração do procedimento: Escolha um procedimento que é ideal para você. Pesquise extensamente e tenha expectativas realistas. Se você vai realizar diversos procedimentos, tenha certeza de que a cirurgia pode ser finalizada em uma quantidade segura de tempo. Um procedimento estético típico pode ser finalizado em 1 a 3 horas. Uma combinação de procedimentos não deve demorar mais do que 5 a 6 horas.
  • Compartilhe seu histórico médico com o seu cirurgião: É essencial que o cirurgião plástico tenha um histórico e uma avaliação médica para determinar se você tem riscos de complicações ou se é um mau candidato a cirurgia estética. É essencial revelar quaisquer problemas de saúde e/ou procedimentos anteriores que você realizou. Omitir detalhes pode trazer sérias consequências.
  • Cirurgião: Escolha um cirurgião que seja licenciado pelo conselho de medicina local (no Brasil a SBCP), com experiência no procedimento pelo qual você vai passar e que possua excelente histórico médico de segurança. Verifique as credenciais de treinamento com o conselho de medicina do país dele.
  • Ambiente Cirúrgico: Os padrões variam de acordo com o país. Se a cirurgia será realizada em um hospital, tenha certeza de que o hospital é creditado ou credenciado pelos órgãos locais. Peça por informações de certificado e o nome do corpo de certificação. Se um centro cirúrgico ambulatorial será utilizado, procure saber se ele é credenciado pela Associação Americana para Credenciamento de Cirurgia Ambulatorial Internacional (American Association for Accreditation for Ambulatory Surgery Facilities International (AAAASFI)), por uma organização internacional que oferece credenciamento de instalações cirúrgicas ou um corpo similar de credenciamento e acreditação.

Fonte: RealSelf  |  Crédito da Foto: thinkpanama via Compfight cc

assimetria dos seios

Estudo mostra o impacto da assimetria dos seios na saúde mental de adolescentes

Estudo mostra o impacto da assimetria dos seios na saúde mental de adolescentes

Assimetria mamária afeta a auto-estima e a saúde emocional, reporta a revista Cirurgia Plástica e Reconstrutiva

Diferenças no tamanho dos seios impactam significativamente a saúde mental de garotas adolescentes, afetando a auto-estima, o bem-estar emocional e a capacidade de interação social, informa a edição de dezembro da Cirurgia Plástica e Reconstrutiva, revista médica oficial da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (American Society of Plastic Surgeons (ASPS)).

Mais do que uma “questão estética”, a assimetria das mamas pode ter efeitos psicológicos e emocionais negativos , de acordo com o estudo do Dr. Brian I. Labow, cirurgião membro da ASPS, e outros profissionais do Hospital Infantil de Boston. Eles sugerem que a intervenção precoce pode ter benefícios para a saúde mental até mesmo de mulheres jovens com diferenças relativamente moderadas no tamanho dos seios.

Impacto da assimetria mamária na saúde mental de garotas adolescentes.

Os pesquisadores avaliaram a capacidade psico-social e a qualidade de vida associada à saúde de 59 adolescentes e jovens mulheres (12 a 21 anos) com assimetria mamária. Em todas as pacientes, os seios diferiam em pelo menos um tamanho de sutiã. Avaliações similares foram realizadas em um grupo de garotas que não sofriam de assimetria mamária e em outro de garotas que sofriam de hipertrofia mamária (crescimento excessivo dos seios).

A idade média era de 17 anos em todos os grupos. Cerca de 40% das garotas com assimetria mamária possuíam mamas tuberosas, uma malformação congênita em que os seios não se desenvolvem normalmente.

Diversos aspectos da saúde mental e bem-estar eram inferiores para garotas com assimetria mamária, comparados aos das garotas com seios “normais”.

Após adaptações para diferenças no peso corporal, a assimetria mamária foi associada com pontuações significativamente menores para bem-estar emocional e auto-estima.

As diferenças foram similares para garotas com hipertrofia mamária, outra condição comum que possui impacto conhecido na saúde mental. A assimetria mamária também foi associada com questões de “fronteira” nas interações sociais, comportamentos alimentares e atitudes.

Não apenas uma “questão estética”: Intervenção pode ter benefícios na saúde menta.

Diferenças no tamanho dos seios são comuns, especialmente no início da adolescência. Os seios normalmente se igualam com o tempo, mas em algumas garotas a diferença persiste mesmo após a puberdade. O novo estudo é o primeiro a focar no impacto da assimetria mamária na saúde mental.

“Estes resultados sugerem que pacientes sofrendo de assimetria mamária possuem bem-estar emocional mais pobre e auto-estima menor do que os das outras mulheres,” escreveram o Dr. Labow e co-autores. Eles observaram que o impacto na saúde mental é similar tanto para garotas com assimetria mamária moderada quanto para garotas com assimetria mamária mais severa.

Os efeitos psico-sociais são semelhantes aos que garotas com seios excessivamente grandes sofrem, assim como garotos que sofrem de crescimento das mamas (ginecomastia) e mulheres com diferenças nos seios devido à cirurgia de câncer de mama. Os pesquisadores notam que apesar de provisões do governo assegurarem cobertura dos planos de saúde para a cirurgia que corrige assimetria mamária em sobreviventes do câncer de mama devido a efeitos psicológicos conhecidos, o mesmo não acontece para jovens mulheres com assimetria mamária congênita. Como resultado, o tratamento em adolescentes normalmente não é reembolsado pelos planos, com a justificativa de que não há “deficiência funcional”.

“A observação do efeito prejudicial da assimetria mamária no bem-estar emocional de adolescentes com esta condição pode indicar a necessidade de intervenção precoce para minimizar resultados negativos,” escreveram o Dr. Labow e co-autores. Eles notam que isto não significa necessariamente intervenção cirúrgica, especialmente para as garotas mais jovens, para as quais aconselhamento e apoio seriam mais apropriados.

No entanto, para as garotas que terminaram de se desenvolver e ainda possuem uma assimetria mamária, a correção cirúrgica pode trazer benefícios emocionais importantes.

“Apesar de existirem barreiras substanciais para o tratamento, a avaliação e intervenção precoces podem ser benéficas para estas pacientes e deveriam incluir controle do peso e aconselhamento psicológico,” concluem Dr. Labow e seus colegas.

“Este importante estudo foi capaz de concluir que a assimetria mamária, que infelizmente é classificada com frequência como um problema estético, é, na verdade, uma condição com efeitos psicológicos e emocionais duradouros, assim como a hipertrofia mamária,” comenta o editor-chefe da revista, Dr. Rod J. Rohrich.

Fonte: ASPS
Crédito da Foto: Collin Key via Compfight cc
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