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Umbigo | Cirurgia Plástica | Abdominoplastia

O Umbigo na Abdominoplastia

Olá, pessoal!

Hoje vou falar sobre um assunto que parece um tabu para quem já procurou se informar sobre abdominoplastia. Vejo muitas pessoas dizerem que têm receio do aspecto final do umbigo na abdominoplastia. O fato de haver uma pequena cicatriz em torno do umbigo pode assustar num primeiro momento, porém, se analisarmos com cuidado toda essa questão, lembremos que o umbigo por si só já é uma cicatriz por natureza, a cicatriz umbilical.

O que até o nascimento do ser humano servia para o suprimento de nutrientes e para trocas gasosas, incluindo a passagem de oxigênio e gás carbônico, o cordão umbilical após seu desprendimento do corpo, deixa como uma marca remanescente, a cicatriz umbilical, ou simplesmente chamada de umbigo. Posicionado numa região mais inferior do abdômen, o umbigo representa uma importante unidade estética para a composição do abdômen.

Pasmem: certa vez um paciente me perguntou se eu poderia fazer a abdominoplastia e deixa-lo sem umbigo! Obviamente, recusei o pedido… rs

Muitas pessoas que apresentam pele em excesso e buscam a abdominoplastia, exibem claramente essa característica em torno do umbigo, ou seja, uma sobra de pele recaindo sobre o próprio umbigo, que fica escondido em meio a dobras da região adjacente. Para tais pacientes, ou seja, a maioria candidata a essa cirurgia, o umbigo resultante da abdominoplastia apresenta aspecto muito melhor do que o original.

Um umbigo bem confeccionado nessa cirurgia é etapa fundamental para se obter um resultado harmonioso. Portanto a técnica operatória e um capricho na forma de se realizar a sutura são imprescindíveis.

Muitos fatores podem influenciar na obtenção de um bom resultado para a confecção do umbigo, também chamada neo-onfaloplastia. Seguir as recomendações pós-operatórias é fundamental. O tabagismo influencia negativamente qualquer processo de cicatrização. Outro fator fundamental é a qualidade de cicatrização inerente ao organismo.

Uma dúvida comum entre o público leigo em relação à abdominoplastia convencional: “O umbigo será retirado de um lugar e colocado em outro?”

A resposta é: NÃO.

O umbigo permanece aderido à parede muscular, ou ao tecido que liga músculos do abdômen.
Em outras palavras, ele fica inserido na mesma região durante toda a cirurgia. O que acontece na realidade é que a pele que antes estava localizada acima do umbigo irá descer, devido à retirada de pele abaixo e à tração da pele mais acima. Portanto, resumidamente, o umbigo é desconectado da pele ao redor, permanecendo aderido ao músculo por baixo, e por meio de um novo orifício realizado na pele que estava mais acima, será reconectado à mesma.

Ironicamente, já vi casos de cicatrizes horríveis devido ao uso de piercing colocado de forma mal feita no umbigo. Entretanto, os resultados conseguidos para o umbigo na abdominoplastia, numa cirurgia bem conduzida, são animadores!

Sempre que possível, dou aos pacientes que pretendem se submeter a essa cirurgia, a oportunidade de entrarem em contato com outros que já passaram por ela, para que se possa ter acesso ao grau de satisfação e aos benefícios sentidos por quem hoje se vê realizado com seu abdômen!

Espero poder ter desmistificado um pouco essa questão. Será um prazer poder sanar outras eventuais dúvidas.
Fiquem com Deus e até a próxima!

por Dr. André Ahmed

Vergonha do Corpo | Cirurgia Plástica

Ter vergonha do corpo pode deixar as mulheres doentes

Um estudo sugere que as mulheres que têm mais vergonha do corpo são menos saudáveis.

A autoestima tem sido um fator sensível nos tempos modernos. Seja pelas imagens massificadas de que a magreza é sinônimo de beleza ou pelas comparações e bullying que se fazem atrás de um computador. A verdade é que há muitas mulheres e muitos homens que têm vergonha do corpo.

Um grupo de investigadores da Universidade de Bucknell, nos Estados Unidos, levou a cabo dois pequenos estudos para tentar determinar se haveria alguma relação entre ter vergonha do corpo e a saúde.

No primeiro estudo inquiriram 177 mulheres estudantes que teriam de concordar ou discordar com frases como: “Quando não sou do tamanho que acho que deveria ser, sinto-me envergonhada” ou “Muitas vezes sinto-me vulnerável às doenças”.

Para confirmar que as conclusões de que as mulheres com mais ‘problemas’ com a imagem corporal têm mais problemas de saúde e não eram influenciadas pelo Índice de Massa Corporal, pela depressão e pelo tabagismo, os investigadores realizaram outra versão do estudo onde fizeram o mesmo questionário a 181 mulheres estudantes entre setembro e dezembro.

Os investigadores sugerem que a vergonha do corpo que as mulheres reportaram em setembro poderá ter contribuído para as infecções pelas quais passaram em dezembro.

De acordo com o Huffington Post, este estudo destaca o seguinte padrão de correlação: Ter vergonha do corpo prevê pouca saúde física porque estes sentimentos fazem com que as mulheres se tornem menos sensíveis aos seus corpos e não avaliem corretamente como estão ou não saudáveis, o que pode gerar problemas de saúde caso os sintomas não sejam detectados a tempo.

Fonte: Mundo ao minuto.

Cirurgia Plástica Sonho do Brasileiro | Doutor André Ahmed

Sonhos de consumo do brasileiro inclui plástica

Sonhos de consumo do brasileiro inclui plástica

Isso é o que indica pesquisa divulgada pelo Serviço de Proteção ao Crédito. Em geral, cada desejo apontado custa, em média, R$ 5,4 mil.

Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e do portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz indica quais são os principais sonhos de consumo dos brasileiros.

De acordo com o estudo, divulgado nesta quinta-feira (15), viajar para o exterior é o principal desejo (15%), seguido por viajar pelo Brasil (12%), comprar um carro (9%), fazer viagens de final de semana (8%) e ser submetido a uma cirurgia plástica (7%). A pesquisa foi realizada com 620 pessoas maiores de 18 anos, de todas as capitais.

Esses entrevistados afirmaram que, em média, apenas três em cada dez sonhos de consumo já foram realizados. Os mais citados foram viajar (31%), frequentar restaurantes, bares e boates (22%), seguido da compra de itens relacionados à beleza (8%) e da compra de eletrônicos (7%).

Sonhos – Percentual de respostas.

Fonte: SPC

Entre os sonhos de consumo ainda não realizados, 89% se devem ao fato de “irem além da capacidade financeira dos entrevistados”. Em geral, cada desejo apontado pelos pesquisados custa, em média, R$ 5,4 mil. Este valor aumenta para R$ 6,4 mil entre os pertencentes às classes A e B e cai para R$ 4,8 mil entre os consumidores das classes C, D e E.

Três em cada dez entrevistados não sabem quando irão realizar seus sonhos de consumo. Do total de entrevistados, 21% dizem que a concretização deve levar de um a três anos e 11% responderam que seus desejos nunca vão se tornar realidade.

Sonhos diferentes para cada classe.

Enquanto as viagens são os sonhos de consumo mais desejados por 47% das pessoas das classes A e B, o percentual cai para 30% entre os pertencentes às classes C, D e E. O sonho de frequentar bons restaurantes está mais presente entre os consumidores das classes C, D e E. Já entre os de classes A e B, o percentual cai para 11%.

“Para os economistas do SPC, os dados parecem indicar que itens de menor valor estão entre os anseios dos consumidores com menor poder aquisitivo”, diz o estudo, por meio de nota.

Fonte: G1

hidrogel

Andressa Urach injetou 200 vezes mais hidrogel do que o usual

Necrose, embolia pulmonar, infecções e até morte estão entre os riscos do uso do hidrogel, substância que tem em sua composição gel e microesferas de poliamida — semelhante ao plástico. O produto foi o que causou processo de infecção na modelo e apresentadora Andressa Urach, de 27 anos, internada em estado grave na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Conceição, em Porto Alegre.

Andressa, que na noite desta terça-feira (2), ainda respirava com ajuda de aparelhos, aplicou hidrogel nos membros inferiores há cinco anos em uma clínica especializada, em São Paulo.

O material é usado para o preenchimento de coxas e glúteos, em geral, de mulheres que buscam o corpo perfeito. Mas a prática não é recomendada por cirurgiões plásticos, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, João de Moraes Prado Neto.

— É autorizado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas não para ser usado nessa magnitude. Ele tem função de fazer pequenos preenchimentos, como cicatrizes e preenchimentos na face, que se resolvam com 1 ou 2 ml da substância.

Complicação

Cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Marco Cassol diz que o quadro de Andressa pode ter sido agravado pelo uso de duas substâncias.

— O problema é que ela aplicou volume muito grande de hidrogel na coxa. Foram 400 ml. Além disso, tinha feito o uso do metacril antes.

O metacril, segundo Prado Neto, é o polimetilmetacrilato, outro produto usado em preenchimentos, composto por substância semelhante ao acrílico.

No caso do hidrogel, após ser aplicado com cânula, ele fica agregado ao músculo e faz com que ele inche, segundo Cassol.

— Ele é considerado um preenchimento de longa permanência, mas nunca vai ser completamente absorvido pelo organismo.

Quando injetado com seringa, os riscos aumentam.

— Com agulha, pode perfurar algum vaso, colocar a substância na corrente sanguínea e causar uma embolia pulmonar.

O cirurgião plástico Marcelo Olivan, do Hospital das Clínicas de São Paulo, diz que o tratamento é complexo quando há infecção.

— Não tem como retirar (o hidrogel) totalmente e com segurança. Ele se ramifica no tecido. Se um dos ramos estiver machucando o músculo, no processo de retirada, pode infeccionar. Para tirar o quadro infeccioso, é preciso retirar parte do músculo.

Segundo o último boletim médico da modelo, “a paciente encontra-se sedada e respirando com auxílio de aparelhos”. Na tarde de segunda-feira (1º), Andressa foi submetida a uma cirurgia, com o objetivo de combater a infecção das pernas. O procedimento ocorreu normalmente, “não havendo nenhuma intercorrência”.

Andressa chegou ao hospital no sábado (29) às 22h30 reclamando de fortes dores na coxa esquerda. No dia 21, ela havia passado por cirurgia para a retirada de hidrogel da perna e deixou o hospital bem. No domingo e anteontem, ela repetiu o procedimento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Portal R7  |  Crédito da Foto: EGO

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